A montanha mágica

terça-feira, agosto 30, 2011


posted by Luís Miguel Dias terça-feira, agosto 30, 2011

quarta-feira, agosto 24, 2011


posted by Luís Miguel Dias quarta-feira, agosto 24, 2011

terça-feira, agosto 16, 2011


posted by Luís Miguel Dias terça-feira, agosto 16, 2011

sexta-feira, agosto 12, 2011



faz hoje oito dias tive a oportunidade de ir ouvir e ver Vítor Silva Tavares, Casa da Achada, Centro Mário Dionísio, onde me receberam muitíssimo bem, obrigado mais uma vez e parabéns

mais uma vez, foi um privilégio muito grande poder ver ouvir e gravar uma das pessoas que mais avidamente procuro ler e ouvir sempre que tal é possível, nos jornais e assim. muito obrigado também pela simpatia disponibilidade inteligência provocação

e assim aqui ficam as palavras de Vítor Silva Tavares que no âmbito dos livros das nossas vidas falou, deliciosamente, de Patricia Highsmith

posted by Luís Miguel Dias sexta-feira, agosto 12, 2011

quarta-feira, agosto 10, 2011

11/11

11. Vai e Vem, 2002







no dvd, sobre a obra de JCM, o testemunho de Vítor Silva Tavares



excerto de O Maior Sonho, João Nicolau





excerto de O Belo que Dói, João Mário Grilo






excerto de Um Dado Trágico (João César Monteiro), Victor Erice




posted by Luís Miguel Dias quarta-feira, agosto 10, 2011

10/10

10. Branca de Neve, 2000






excerto da sinopse




excerto de Entrevista com João César Monteiro por Diogo Lopes




no dvd, sobre a obra de JCM, o testemunho de Vítor Silva Tavares


excerto do texto do catálogo, Luís Miguel Cintra





excerto de Agora que começava, Rita Azevedo Gomes




excerto de No quarto escuro, Luís Miguel Oliveira




excerto de César Monteiro Cineasta Deontologicamente Exemplar, Manoel de Oliveira



posted by Luís Miguel Dias quarta-feira, agosto 10, 2011

terça-feira, agosto 09, 2011

9/11

9. As Bodas de Deus, 1998






excerto de Não ceder um pintelho entrevista com João César Monteiro por Emmanuel Burdeau






excerto de César Monteiro: depois de Deus, João Bénard da Costa




posted by Luís Miguel Dias terça-feira, agosto 09, 2011

8/11

8. Le Bassin de J.W., 1997






excerto da Primeira cena da primeira versão do argumento de Le Bassin de J.W.





excerto de Entrevista com João César Monteiro por Alexandra Carita





excerto de César Monteiro: depois de Deus, de João Bénard da Costa





posted by Luís Miguel Dias terça-feira, agosto 09, 2011

segunda-feira, agosto 08, 2011

7/11

7. A Comédia de Deus, 1995 + curtas-metragens: Lettera Amorosa, Passeio com Johnny Guitar, Bestiário ou o Cortejo de Orfeu






excerto de Entrevista com um vampiro entrevista com João César Monteiro por Pierre Hodgson










posted by Luís Miguel Dias segunda-feira, agosto 08, 2011

sexta-feira, agosto 05, 2011

6/11

6. O Último Mergulho, 1992






exertos de O Sagrado e o Profano: "O Último Mergulho" de João César Monteiro
entrevista com João César Monteiro por Rodrigues da Silva










posted by Luís Miguel Dias sexta-feira, agosto 05, 2011

quinta-feira, agosto 04, 2011

5/11

5. Recordações da Casa Amarela, 1989 + Conserva Acabada






excerto do testemunho de Gérard Castello-Lopes: "eu acho que ele tinha uma ética, e que essa ética só transpareceu a partir de uma determinada altura e que é a altura é essa grande cesura, para mim, na vida do César, que é as Recordações da Casa Amarela.

[...]

Se eu me considero um anarquista já pode imaginar que a vida para mim não tem sentido, o nascer não tem sentido, o crescer não tem sentido, o amar in limine não tem sentido, e o morrer ainda menos. Portanto, tentando ser coerente comigo próprio a minha ideia de sublime, aquilo que dá, fugazmente e artificialmente, um sentido à minha vida é por exemplo ver A Comédia de Deus. Isso dá um sentido à minha vida. Há a percepção de uma realidade e a percepção da incomensurabilidade dessa realidade, voilá."


excerto do testemunho de Fernando Lopes: "Em 70 e tal, 77, volto à televisão como director do segundo canal, e como director do segundo canal tinha a possibilidade de encomendar obras a pessoas, e que sabendo eu que o César era um grande admirador do Carlos de Oliveira, que era também meu grande amigo, entretanto já tinha feito A Abelha na Chuva, juntavamo-nos muitas vezes no Toni dos Bifes e o Carlos de Oliveira insistia muito por que é que nós não fazíamos alguns dos contos tradicionais portugueses, que ele próprio tinha compilado e coligido com o José Gomes Ferreira. Eu nunca peguei na ideia mas percebi logo que aquilo era uma ideia que dava bem para o João César. E quando eu fui para o segundo canal encomendei três filmes de meia hora cada um. Há um deles que eu acho que é uma obra-prima, que é O Amor das Três Romãs, e que por sua vez, o conjunto dos três filmes veio, implicitamente, fazer com que ele chegasse ao Silvestre, que é um dos primeiros filmes do César em que a gente começa a ver alguma coisa do César que mais tarde veio a revelar-se em todo o seu esplendor nas Recordações da Casa Amarela.

Acho que ele é um caso absolutamente singular na história do cinema, não é do cinema português, é do cinema e que tão cedo não vamos ter, outro assim...

[...]

Há uma coisa absolutamente singular no cinema do João que é facto do João ser ele próprio não o actor do filme mas ele dá-se em pelno dentro do filme, o que obviamente lhe deve ter criado alguns problemas ao longo dos filmes, fortes problemas. Depois, eu não queria utilizar a palavra actor para o João porque acho que ele não merece essa palavra actor para ele porque ele merece mais do que isso. É quase que... como se ele fosse uma mistura de Tati e de Buster Keaton simultaneamente mas em... a gente está sempre a ver quando e que ele vai levantar voo, ou quando é que ele vai desaparecer..."







excerto de César Monteiro: Depois de Deus, João Bénard da Costa:









+ curta-metragem: Conserva Acabada





excerto de A Arte Mágica, Fernando Cabral Martins:





posted by Luís Miguel Dias quinta-feira, agosto 04, 2011

quarta-feira, agosto 03, 2011

4/11


4. à flor do mar, 1986






excerto da "Entrevista com João Cesar Monteiro por Adelino Tavares da Silva":







o testemunho de Margarida Gil é notável, na sua inteireza, concisão e abrangência e também no que prefere não dizer.

excerto do testemunho de Teresa Villaverde: "percebi que, quer dizer, que dentro da dureza que é às vezes fazer um filme tem que ser também um prazer e tem que ser e há momentos em que os autores têm que sentir que as imagens são sagradas, as que estão ali a fazer, e por exemplo, o João César, era, realmente, pronto, toda a gente está com certeza de acordo, um autor, quer dizer, o que ele fez mais niguém poderia ter feito nem mais ninguém fará nada parecido. E, portanto, e eu acho que isso é muito importante ver e para uma pessoa muito nova como eu era na altura, quer dizer, era, acho que foi um privilégio ver isso, ver uma pessoa que faz aquilo que quer fazer e que acha na altura que é importante fazer e que é importante fazer daquela maneira.
E, quer dizer, acho que o João César nunca seria capaz de fazer uma coisa banal, uma coisa que não, pronto, que não fosse aquela coisa que ele queria fazer, e depois pronto, como era uma pessoa riquíssima interiormente e inteligentíssima claro que se for fazer uma coisa que ele quer fazer pois só pode ser uma coisa riquíssima e inteligentíssima e fascinante, isso, pois, nem toda a gente pode ter nem o talento nem a inteligência do João César Monteiro, não é? Mas pronto tivemos sorte de, pronto, ele ter e fazer as coisas...

Grande liberdade, enorme inteligência e uma força descomunal, é o que eu retenho, e ao memso tempo, no meio desta força, desta liberdade, e às vezes uma certa loucura, uma coisa que eu espero que as pessoas nunca esqueçam: uma enorme delicadeza e momentos de uma poesia pura."


excerto do texto Os Filmes da Água, João Bénard da Costa:




posted by Luís Miguel Dias quarta-feira, agosto 03, 2011

terça-feira, agosto 02, 2011

3/11


3. Silvestre, 1981


excerto do testemunho de Maria Velho da Costa: "O João nunca era muito, como é que eu hei-de dizer, não havia grandes discursos sobre esta matéria, mas uma espécie de crença na pureza original do povo profundo, na riqueza das raízes populares e da relação das raízes populares da cultura com uma certa indiferenciação entre alta cultura e cultura rural autêntica.

São todos contos de fada arcaicos, também tem muito por dentro a noção do mal, e até do mal inexplicavel, do mal gratuito, puro mal. E muita violência. Inocente nesse sentido, em que é uma visão do mundo muito bruta, não é, como a das crianças é."






excerto do testemunho de Acácio de Almeida: "Eu julgo que o João César, à medida que ia fazendo os seus filmes, ia-se tornando cada vez mais austero, no quadro, na luz, com o mínimo possível ou artifício ou... gostava de tudo muito simples.

Escrevia muito bem, falava muito bem, mas que gostava de fazer durante a filmagem grandes dissertações sobre as coisas, não, gostava mesmo de um silêncio grande, de uma certa religiosidade e uma certa intimidade, cúmplice, que se escutasse, que estivéssemos todos com ele, e isso foi conseguido, nalguns filmes..."








excerto da "Entrevista com João Cesar Monteiro por Adelino Tavares da Silva":




posted by Luís Miguel Dias terça-feira, agosto 02, 2011

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São horas, Senhor. O Verão alongou-se muito.
Pousa sobre os relógios de sol as tuas sombras
E larga os ventos por sobre as campinas.


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